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Duds Saldanha

Duds Saldanha

Contra o baixo-astral ✸

24.05.25 | Duds | 2 Comentários

Meus K-dramas favoritos da vida!

K-Dramas + Pessoal

Minha história com os k-dramas começou de uma vez: ou seja, eu comecei a assistir um e nunca mais parei, nunca mais quis saber de outra coisa. Mas, afinal de contas, o que é um k-drama?

K-drama ou dorama?

De acordo com o dicionário de Oxford, k-drama é uma série de televisão (ou streaming) falada em coreano e produzida na Coreia do Sul. Bem simples mesmo.

Ao longo dos anos na internet, muita gente começou a se referir aos k-dramas como doramas, que é o termo japonês para uma produção do leste e sudeste asiático. Isso inclui produções coreanas? Sim, MAS NÃO SÓ, o que faz com que o termo dorama usado apenas para séries coreanas seja um termo errado e por muitas vezes pejorativo.

K-drama é só romance?

Não! Uma vez que a definição fala sobre produções coreanas, isso quer dizer que qualquer produção serial coreana pode ser chamada de K-drama.

Onde assistir k-dramas?

Há alguns anos, essa pergunta teria apenas uma resposta: Netflix. A Netflix ainda é o lugar com o catalogo mais recheado de k-dramas, com opções para todos os gêneros, mas ultimamente os outros streamings também têm corrido atrás e têm colocado produções coreanas em seus catálogos.

Atualmente, você pode assistir k-dramas na Netflix, na Disney+, na Prime Video e na Viki.

Meus k-dramas favoritos, os que eu MAIS recomendo!

Se a Vida Te Der Tangerinas…

Disparado um dos melhores k-dramas que eu já vi e uma das histórias de amor mais bonitas que eu já assisti também. Esse k-drama acompanha a família da Ae-sun e do Gwan-sik desde quando eles eram criancinhas até se tornarem adultos com filhos, sonhos e princípios. É um coming of age diferente que te envolve e que te faz chorar, te faz aprender mais sobre a história da Coreia, te faz querer entrar na tela e abraçar os personagens, e te faz especialmente torcer para que tudo dê certo no final.

Gênero: Vida/Drama/Coming of Age/Romance
Onde assistir: Netflix

Romance is a Bonus Book

Esse foi meu primeiro k-drama, lá em 2020, no ano da pandemia de Covid-19, e foi uma recomendação da minha grande amiga Sofia. Até hoje, é o k-drama que eu mais assisti na vida, e para o qual eu sempre volto quando quero uma coisa mais gostosinha e familiar pra assistir.

Esse k-drama conta a história da Dan-i, que é uma mulher perto dos seus 40 anos, e que se vê divorciada e fora do mercado de trabalho por muito tempo. Por ser um país bem conservador, a Coreia do Sul dificulta muito a vida de uma mulher que ser se inserir de volta no mercado depois de ter parado para cuidar da casa, do marido e da filha, então a Dan-i resolve começar tudo de novo, mentir no seu currículo e começar de baixo, trabalhando como assistente na editora onde seu melhor amigo de infância, Eun-ho, trabalha. É uma história sobre romance, sobre infância, sobre livros e sobre como a sociedade ainda acha que a mulher não pode ser tudo e que precisa escolher entre ter uma carreira e ser bem sucedida, ou ser mulher e mãe.

Gênero: Romance
Onde assistir: Netflix

Uma Advogada Extraordinária

Esse k-drama foi um HIT, e foi o k-drama que mais me ajudou enquanto eu estava descobrindo meu diagnóstico dentro do espectro autista. Ele conta a história da Woo Young-woo, que é uma mulher autista e que sabe exatamente o que fazer para conter suas ansiedades e para se acalmar, extremamente inteligente e que começa a trabalhar em um escritório de advocacia como uma das advogadas da empresa. A vida dela não é nada fácil porque ainda existe muito preconceito e muita gente ainda trata ela como uma criança, e não apenas uma pessoa com necessidades especiais e que sabe muito bem o que quer. Segundo minha terapeuta, o k-drama reforça alguns esteriótipos do espectro autista, e eu entendo e respeito a opinião profissional dela, mas honestamente eu acho que pode fazer mais bem do que mal, além de ser uma história fofíssima.

Gênero: Direito/Tribunal
Onde assistir: Netflix.

Médicos em Colapso

Esse k-drama tem minha atriz favorita, a Park Shin-hye, e é uma história incrível sobre saúde mental. Ela interpreta a Ha-neul, uma médica anestesista que precisa dar um tempo na carreira por consequência de um burn out e um breakdown dentro do hospital onde ela trabalhava depois de muito tempo de abuso de poder por parte do diretor do hospital, e que se vê sendo vizinha do Jeong-woo, um ex-colega de escola, também médico, mas cirurgião plástico, que é o centro de um escândalo de uma suposta negligência médica que resultou na morte de uma paciente. Os dois se reencontram anos depois, em fases diferentes das suas carreiras, mas em fases quase iguais mentalmente: os dois precisam um do outro, e precisam passar por cima do preconceito que eles mesmos têm sobre tratamento psicológico.

Gênero: Romance/Médico
Onde assistir: Netflix.

Uma Dose Diária de Sol

Mais uma CANETADA de uma das minhas atrizes favoritas, a Park Bo-young, que ganhou prêmios mil na Coreia e que também fala sobre saúde mental! Nesse k-drama, ela é a Da-eun, uma enfermeira na ala psiquiátrica de um hospital, e que passa por vários pacientes até perceber que ela mesma pode estar sofrendo de crises de ansiedade e ataques de pânico, mas que vai demorar pra aceitar. É uma história muito doce sobre trabalho, sobre mente, e sobre rede de apoio.

Gênero: Médico
Onde assistir: Netflix.

O Amor Volta para Casa

Uma coisa que eu tenho amado em k-dramas ultimamente é como eles têm contado cada vez mais histórias de mulheres mais velhas! Nessa história, a família Geum/Byeon é surpreendida pelo retorno do pai da família, que eles achavam que estava morto, e que tinha deixado a família afogada em dívidas e em incertezas. Quando o pai volta, ele tá mudado e determinado a conquistar a família e voltar para a vida deles, e, pra isso, ele vai tentar reconquistar a ex-esposa, que só queria paz e um pouco de estabilidade enquanto reconstruía a vida. Além de tudo isso, o k-drama também tem uma pitadinha de mistério, já que nos primeiros episódios um incêndio acontece em um dos apartamentos e a gente vai descobrindo mais sobre essa história!

Gênero: Romance
Onde assistir: Netflix.

Herdeiros

Esse é um k-drama BEM malhação, BEM dramático e BEM antigo… daqueles que a gente acha tão ruinzinho que dá a volta e acaba ficando bom, sabe? 😂 Eu tenho esse k-drama bem pertinho do meu coração porque assisti com a minha amiga Sofia, e também foi o primeiro trabalho com a minha atriz favorita que eu assisti. Ele é uma história muito bobinha de amor entre o personagem dela, a Eun-sang, que é uma garota pobre, e o Tan, um menino riquinho. Toda a história acontece na mansão do Tan, onde a mãe da Eun-sang é empregada, e na escola dos dois. Um sabor!

Gênero: Romance
Onde assistir: Netflix.

Signal

Um dos meus k-dramas policiais FAVORITOS, e que eu conheci por causa do BTS, quando eles lançaram uma música em japonês chamada Film Out. Essa música faz parte da trilha sonora do filme que é uma continuação direta do drama japonês Signal, e, quando eu fui procurar esse drama pra assistir, acabei achando a versão coreana, assisti e AMEI.

Na história, um policial em 2015 acha um walkie talkie prestes a ser descartado e que o conecta com outro policial, mas que está no final dos anos 90, início dos anos 2000. Os dois começam a se ajudar e a solucionar casos um do outro, mas quando o policial em 2015 resolve comentar com uma de suas parceiras, ele descobre que o cara com quem ele tava conversando trabalhava com ela, e desapareceu misteriosamente. Agora ele, em 2015, corre contra o tempo para resolver um caso dos anos 2000 que possivelmente vai salvar a vida dele… STAKES ARE HIGH!!!! É uma história inteligente, emocionante e eletrizante.

Gênero: Policial
Onde assistir: Netflix.

K-dramas que comecei, AMEI, mas ainda não terminei

  • Amor de Cinema, na Netflix (Romance)
  • O Amor Mora ao Lado, na Netflix (Romance)
  • Hospital Playlist, na Netflix (Médico)
  • Resident Playbook, na Netflix (Médico)
  • Amor e Batatas, na Netflix (Romance)
  • The Trunk, na Netflix (Mistério/Policial)
  • Íntima Traição, na Netflix (Mistério/Policial)
  • As Três Irmãs, na Netflix (Mistério/Policial)
  • A Criatura de Gyeongseong, na Netflix (Fantasia)

Como eu me organizo?

Numa vida passada, eu me organizava apenas confiando no meu cérebro 😂 Mas, honestamente, fazer as coisas no Notion é muito mais fácil! Então, eu desenvolvi meu próprio template. E pra você que leu esse post até aqui, eu tô disponibilizando meu template de graça! Aproveita!

Espero que esse post te inspire a dar uma chance para k-dramas, caso você ainda não assista, e, quem sabe, achar sua nova série favorita!

Tem alguma recomendação pra mim? Vou amar saber e continuar essa conversa nos comentários!

27.02.25 | Duds | Sem comentários

Techo Kaigi: Meus planners para 2025!

Pessoal + Planners

Mesmo que eu use muito meu Notion pra planejar várias coisas, esse ano de 2025 eu resolvi voltar às minhas origens e me organizar em planners físicos.

Eu sempre consumi muito conteúdo de bullet journal, desde Amanda Rach Lee, que faz vídeos sobre o assunto desde 2017 (quando eu a conheci!), até a Abbey Sy, que faz vídeos sobre journaling e arte e que eu conheci ano passado. Esses conteúdos sempre me inspiraram, e dessa vez eu resolvi exercitar mesmo a inspiração. Peguei minha coleção de cadernos da Archer and Olive e comecei o planejamento!

Dito isso, fiz um resuminho do que eu uso pra me organizar no dia-a-dia!

Caderno de “brainstorm”

Esse caderno é pequeninho (comparado com um caderno A5, ele seria um pouquinho mais da metade, o que a gente chama de B6), e é um modelo compacto que eu consigo levar pra todos os lugares!

Esse caderno eu uso para:

  • Listas
  • Brainstorm de ideias
  • Teste de canetas
  • Rabiscos
  • Ideias pra lojinha ou para as redes sociais

Yearly collections

O caderno de Yearly Collections é bem popular no mundinho bullet journal especialmente no Youtube, e um modelo que eu resolvi adotar pra minha vida. Esse caderno nada mais é do que um caderno de listas e de coisas que duram o ano inteiro, e que você pode carregar sempre contigo sem precisar mudar se você mudar seu planner.

Esse caderno eu uso para:

  • Listas de “problemas do futuro”
  • Lista de compras pra casa
  • Future log
  • Planejamento da loja

A ideia é que eu use esse caderno por mais de um ano! O que também é incrível porque me economiza dinheiro (😂), já que um caderno serve pra mais de um propósito!

Planner diário

Esse planner diário nada mais é do que uma agenda mesmo, com calendário, páginas semanais, e ele serve o propósito de ser exatamente isso: um auxiliar pra minha semana. É muito gratificante abrir a página da semana e ter uma visão de tudo que vai acontecer, ou pelo menos uma ideia.

Diário de leituras

Meu caderno de leituras é o meu xodózinho! Eu uso ele pra registrar tudo que se relaciona ao meu (grande) hábito de leitura:

  • Lista de livros recebidos
  • Lista de livros comprados
  • Lista de livros desejados
  • Lista de livros lidos
  • Páginas de reflexão sobre cada mês + livro favorito

Outros cadernos

Outros cadernos que eu uso no meu dia-a-dia são:

  • Sketchbook: onde eu faço meus desenhos
  • Commonplace book: uma coleção de ideias e referências
  • Diário do Artista: um diário pessoal onde eu registro alguns pensamentos sobre a minha jornada de artista baseada no livro O Caminho do Artista!

Quer saber mais e ver mais imagens dos meus planners? Tá tudo aqui no meu vídeo pro Youtube! 💕

Me conta: o que você tá usando pra se organizar em 2025?

Links dos produtos citados:

Archer & Olive: [site] (EUA)

18.11.24 | Duds | 1 Comentário

Resenha: Loops Earplugs

Resenhas

Faz MUITO tempo que eu não posto por aqui e falei um pouco no meu Instagram pessoal, mas quis trazer pra cá uma resenha mais aprofundada do meu mais novo acessório favorito: Loop Earplugs.


Loop é uma marca de protetores de ouvido fundada na Bélgica por dois amigos e cuja missão é mudar a experiência que nós temos com o som.

Quanto mais velha eu fui ficando (tenho 31 anos) e quanto mais eu fui descobrindo o tipo de coisa que me engatilhava ansiedade ou agitação, eu fui percebendo que minha tolerância pra sons tem estado bem pequenininha. Seja em ambientes como mercado, no meio da rua, no metrô, em shows, no avião… eu tô sempre incomodada com algum som que tá acontecendo ao meu redor.

Isso também faz bastante sentido com a minha jornada com TEA (Transtorno do Espectro Autista), e quando uma das minhas influenciadoras favoritas, a Ally Sheehan, falou sobre o Loop num post dela, eu resolvi dar uma chance.


O produto

O produto em si é bem simples, mas estiloso. No grosso, ele parece um fone de ouvido intra-auricular, e isso me deu uma runheira, não vou negar. Nunca tive a melhor experiência com esse tipo de fone de ouvido, mas comprei e tentei mesmo assim.

O modelo que eu escolhi

Como eu vou muito a shows, o modelo que eu resolvi comprar foi o Experience 2, que foi feita pra esse tipo de evento. O que isso quer dizer na prática? Quer dizer que o que o protetor se propõe a fazer é: filtrar todo o som do ambiente pra que você consiga ouvir a banda com mais clareza e sem o público, diminuindo assim o dano causado ao canal auditivo.

E qual é o veredito? Simples: FUNCIONA MESMO.


Eu já fui em dois shows com ele: Keane (09/11/24) e Franz Ferdinand (14/11/24), em São Paulo, e nos dois eu tive uma experiência maravilhosa. Consegui aproveitar tudo e não me senti mal e sobrecarregada no final da noite. Claro que, em alguns momentos eu tirei o loop pra poder ouvir algumas interações específicas com a platéia, porque no final das contas, conexões são tudo, né?

Não consigo mais me imaginar indo pra qualquer evento assim sem meus loops!

Funciona só pra shows?

Não, claro, funciona com várias coisas, em várias situações. Algumas situações nas quais eu usei e deu super certo:

  • Andar sob as folhas caídas do começo das estações;
  • Avião;
  • Supermercado.

Em todas essas situações, o que eu mais gostei foi que eu conseguia ouvir as pessoas que estavam conversando comigo, porque a minha versão não tem cancelamento de som, o que foi ótimo, porque eu ainda gosto de estar mais ou menos alerta ao meu ambiente.

Para conhecer mais da marca e comprar (se você quiser), só clicar aqui.

12.07.24 | Duds | 1 Comentário

Fotografia analógica: Kodak M35

Pessoal

Eu não sou a pessoa mais ligada em fotografia de todo o mundo, mas eu adoro tirar foto de viagens e adoro tirar fotos das pessoas que eu amo que estão comigo.

Por isso, quando eu e minha noiva decidimos fazer uma viagem de carro cruzando os Estados Unidos pela Rota 66, eu fiquei muito animada pra tirar muitas fotos e registrar todos os momentos mais legais e mais mágicos das nossas aventuras! E, pra isso, eu acabei comprando uma câmera nova: uma Kodak M35.

Nesse post eu quero:

  • Falar um pouco sobre a câmera
  • Mostrar algumas fotos que eu tirei
  • Comentar minhas experiências com os filmes da Kodak e os filmes da Fujifilm
Primeira foto que eu tirei da câmera, quando ela tinha acabado de chegar.

Eu tomei essa decisão baseada em duas coisas bem banais: eu queria uma câmera não-convencional e eu vi esse post do meu amigo Vitor com fotos que ele tirou com a Kodak dele, e amei o resultado. Acabei comprando num impulso e fiquei um tempão vendo vídeos no Youtube de como usar, quais as melhores práticas… mas num geral ela é bem simples: point and shoot. Checa as poses. Revela o filme.

Eu sempre amei câmeras analógicas, estava com saudades, comecei a usar! A experiência no geral foi bem simples, mas bem diferente com os dois tipos de filme que eu comprei.

Kodak Ultramax 400

Acho que dá pra dizer que obviamente, um filme da Kodak ia se dar muito melhor com uma câmera da Kodak, e aqui não foi diferente, deu a lógica. Esse foi o filme que eu mais gostei de usar, e foi o que as fotos saíram melhor, tanto de dia (com e sem flash) quanto de noite e em lugares que eram mais escuros e até nublados!

Sim, esse aí no cantinho é meu dedo!
No Trixie Motel, em Palm Springs.

Fujifilm Fujicolor 200

Apesar de dizer nas especificações que o filme era perfeito para ambientes externos durante a luz do dia com boa iluminação e em ambientes internos bem iluminados com o auxílio do flash, essa na verdade não foi bem minha experiência. Lugares que estavam BEM iluminados MESMO, como por exemplo o sol de 40º de Los Angeles, fotografaram muito bem, mas lugares que estavam bem iluminados de um jeito normal fotografaram médio. Não foi uma experiência assim incrível.

As melhores fotos eu tirei em São Francisco, CA.

No filme que está atualmente na minha câmera, eu tenho fotografado mais com flash e ainda estou esperando gastar as 36 poses pra poder dar o veredito final, mas, no geral, eu recomendo continuar usando Kodak na câmera Kodak. O que pode parecer óbvio, mas não é.

Ainda mais quando, no custo benefício, a Fuji valia mais a pena por ser ligeiramente mais barata e ter bem mais poses, 36, quando a Kodak só tem 24.

De qualquer forma, apesar de ser um hobbie bem caro, foi uma experiência incrível!

Mal posso esperar pra fotografar nossa próxima viagem ♡

27.06.24 | Duds | Sem comentários

O que te faz abandonar um livro?

Livros

Não sou uma pessoa que tem dó de abandonar livros, nunca fui.

Sempre que eu sinto que um livro não está dando pra mim o que eu realmente preciso dele, ou sempre que uma história me faz sentir que eu não vou continuar curtindo ou aproveitando a leitura, eu abandono e não tô nem aí. A vida é muito curta pra não abandonar livros.

Mas, recentemente, eu me vi tendo essa sensação mas mesmo assim insistindo em continuar.

O livro foi Anatomia, da Dana Schwartz e foi enviado pra mim pela Editora Intrínseca, há um tempo atrás, e está na minha lista há bastante tempo. No começo, eu tava gostando da história, mas as coisas foram ficando cada vez mais frias, e eu, mesmo assim, continuei lendo. No final, acabei dando 3,5 estrelas, o que é bastante até.

Eu pensei muito sobre o que tinha feito eu não parar de ler mesmo não estar gostando do livro, e acabei chegando em algumas conclusões:

  1. A temática, claro. A história de Anatomia se passa mais ou menos na mesma época em que a história do Jack, o Estripador, que é uma história gigante de crime real, um assunto que eu sou mega interessada. Ela é até citada no próprio livro.
  2. A autora. Eu conheço a Dana desde que ela tinha uma newsletter que eu adorava, mas que hoje em dia não assino mais, então já rolava uma identificação com a escrita da autora.
  3. A editora, Intrínseca, que me presenteou o livro e com quem eu tenho uma relação muito boa e confio muito nos lançamentos.
  4. E talvez mais importante: eu simplesmente fui seguindo. Eu não tinha OUTRAS leituras pra continuar, eu não tinha compromissos, eu não tinha nenhuma obrigação, eu só queria descansar a mente… então isso fez com que eu continuasse seguindo com a leitura.

O resultado foi que eu acabei gostando mais da leitura, não muito, mas mais, e também me deu vontade de continuar a série, que aparentemente é uma duologia.

No final das contas, eu fiquei muito frustrada com o final da série e com o que ela poderia ter me dado, mas também me fez perceber que muito do que me faz abandonar livros é a ansiedade de fazer outras coisas e de começar outros livros e “me livrar” daquela história.

Dessa vez eu não tinha isso, e acabou que o livro melhorou no final e me deu um ótimo gancho para o livro seguinte.

E você: abandona livros? O que te faz abandonar um livro?

Me segue lá no Goodreads!

Anatomia: Uma história de amor (Anatomia, #1)Anatomia: Uma história de amor by Dana Schwartz
My rating: 3 of 5 stars

(3,5) o que eu senti lendo esse livro foi uma montanha-russa, definitivamente, e eu de verdade acho que ele podia ter pelo menos 100 páginas a menos. será que 3,5 é uma nota muito alta para um livro que realmente só começa a introduzir um mistério DE VERDADE e encaminhar para alguma coisa acontecer depois dos 70%? não sei, sinceramente. mas acho que gostaria de terminar a duologia, então já é alguma coisa. // View all my reviews

22.03.24 | Duds | 3 Comentários

O que significa uma tatuagem?

Contra o baixo astral

Quando eu fiz minha primeira tatuagem, há muito, muito tempo atrás (2016?), eu tinha uma ideia muito clara do que tipo de tatuagem que eu queria fazer: uma tatuagem que tivesse muito significado.

Aconteceu que eu fiz uma, fiz duas, fiz cinco e quando chegou a hora de escolher as próximas eu decidi que não queria que fosse uma coisa tão significativa… eu na verdade só queria que a tatuagem fosse bonita e que eu gostasse dela.

Eu costumo dizer que eu sou a parte boa do Ted Mosby (de How I Met Your Mother) e que uma das características que eu mais tinha desse “gêmeo bom” do Ted (hehe) era a capacidade de acreditar em sinais, em ver mensagens em tudo, em me apegar a significados e em coisas assim, mas a verdade é que chega uma hora que todo mundo que é meio assim está bem Ted-7ª-Temporada das ideias:

Mas, em contrapartida, também tem um momento em que o universo está bem Robin-7ª-Temporada das ideias com você:

E, sendo bem sincera, esse é um sentimento incrível.

O meu sacode veio em diversas formas, e eu tenho sido sacudida de muitos jeitos desde que a pandemia começou –sacodes bons e sacodes ruins (necessários, mas ruins), e tudo meio que culminou há umas 3, 4 semanas quando eu vi o anúncio da tatuadora Meiko Fukimoto de uns flashes que ela tava fazendo. Sem saber muito bem por quê eu mandei uma mensagem pra ela perguntando se o flash de alecrim estava disponível. Ela disse que tava, e eu fui lá e fiz:

Minha tatuzinha em processo de quase 100% cicatrizada!

O alecrim pode significar muitas coisas, além de ter um cheiro incrível, mas uma das coisas que a gente mais vê por aí é o alecrim como símbolo de felicidade, pura e simples. “Xô, baixo astral“, diz um site aí sobre ervas. E quem tá na internet comigo há mais tempo sabe que por muito tempo eu tive uma newsletter chamada Duds Contra o Baixo Astral, e até trouxe esse subtítulo de volta quando fiz esse blog.

Então, qualquer que tenha sido a entidade mágica que virou pro meu Ted Mosby e disse “acredita de novo, porra”… tudo bem. Eu acredito, tá? Eu acredito.

11.03.24 | Duds | 3 Comentários

A catarse dos 30

Pessoal

O Dicio, dicionário online de português, define “catarse” como um substantivo feminino que representa a “libertação do que estava reprimido ou a sensação de alívio causada pela consciência de sentimentos ou traumas anteriormente reprimidos“.

Sabe o clichê do reels e do TikTok que diz que você aos 30 anos é feliz fazendo as coisas que você queria fazer aos 13 anos porque agora você pode e não precisa se envergonhar de ser quem é? Pra mim isso foi catarse, e foi o que aconteceu comigo.

É muito bom fazer parte de um clichê. Sendo uma pessoa preta, neurodivergente e queer, não é algo que eu posso dizer com tanta frequência, já que os clichês não foram exatamente pensados comigo em mente. Posso dizer que me senti abraçada, e que às vezes é bom você levar uma chacoalhada de um reels viral pra perceber que nenhuma experiência é realmente única. Isso é bom. É reconfortante saber que eu não estou sozinha nessa.

Eu, viciada em viver, pelos olhos da minha namorada Valeri. Ubatuba, 2024.

Acabou que toda essa reflexão sobre os meus 13 anos, sobre as coisas que eu gosto e sobre o que é realmente libertador pra mim me fez lembrar que uma coisa que eu tinha quando tinha 13 anos, era um blog. Então aqui estou eu. Eis-me aqui. De novo.

Na minha época, o primeiro post de um blog era o mais difícil de escrever, e fico feliz que isso não mudou, porque eu sentei com essa página em branco um tempão pra decidir o que eu ia publicar primeiro–em compensação, eu já tenho em mente várias coisas que eu quero compartilhar. E é bom agora ter um lugar onde eu posso fazer tudo isso mesmo que ninguém esteja vendo.

Eu sinto que não tenho muito o que dizer: o blog está aqui, e existe, é real, e está aberto! O que mais eu poderia dizer?

Então fique à vontade, e que esse primeiro post sirva de inspiração pra você fazer o seu! Se você está esperando um sinal, que seja esse!

Fiquem bem e usem máscara,

Duds ✸

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✸ Eu sou a Duds,

sou ilustradora e produtora de conteúdo desde 2009.

Blogueira raiz que vai e vem nessa internet desde meados dos anos 2000. Aprendi com a internet a crescer, a ignorar e a aprender. Esse blog é mais uma tentativa de fazer as pazes com a internet.

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